Namorada de Publicitário

“Pra namorar um publicitário vc tem que ter no mínimo paciência, principalmente no mercado. Uma “compra” que vc levaria 15 min. com ele vc leva 30 min, pois ele tem que olhar, analisar, questionar, criticar, TODAS as embalagens, rótulos, etc.

Assistir TV e ver revista são duas coisas quase impossíveis também, na hora que esta passando comercial ou tem algum anúncio, vc tem que ficar no pause para ele poder observar todos os MINIMOS detalhes. Mas acaba sendo engraçado :P

Ser publicitário não é só fazer uma arte, um logo, um banner, é muito mais do que isso, envolve uma coisa mística pois, de certa forma, publicitários tem que adivinhar e acertar o que o cliente pede.

E hoje namorando um (publicitário) eu estou dando mais valor a essa profissão.
Enfim, o que seria do mundo sem propaganda?! ;)

 

Por: Leticia Savini

Nasce um novo site

Sabe como é, ano novo, roupa nova, casa nova, enfim, tudo novo. Com o site da Pontode não seria diferente. Entrou no ar recentemente o novo pontode.com.br, totalmente reformulado e com um layout bem diferente do anterior. Buscamos deixar a leitura visual da página mais simples e agradável, diminuímos os textos e disponibilizamos mais imagens dos nossos trabalhos, assim você vê de cara do que a gente é capaz. Fora isso, colocamos todos os aspectos inovadores que fazem parte do nosso DNA. A identidade visual da Pontode também mudou, mas isso é assunto para um próximo post. Aproveitem agora para conhecer o novo site.

1° Dia do Publicitário

O cliente (não) tem sempre razão.

Quantas vezes você já não deve ter ouvido a frase: “O cliente tem sempre razão”. Realmente em muitos casos não tem como discutir essa afirmação, ainda mais por que todos nós, uma hora ou outro, somos clientes de algum lugar.

Todo mundo é cliente de alguma coisa. Pois bem, mas o que podemos fazer se estivermos do outro lado do balcão ou do telefone? Lidar com cliente é uma arte, exige atenção, paciência, controle e paciência (de novo). Quando você vende um serviço que tem a participação direta do cliente no processo de execução, como no caso da publicidade, cria-se uma relação de proximidade quase íntima.

O cliente sempre vai pensar que tem o direito de dizer como as coisas devem ser feitas, muitas vezes não levando em consideração os anos de árduo estudo e dedicação do publicitário. Isso está errado? Sim, está. Quando você está doente o primeiro profissional que você procura é um médico, você confia nele para dizer qual o seu problema e como melhor tratá-lo. Pois bem, porque com uma agência de comunicação seria diferente?

Assim como o médico que estudou durante muitos anos para poder exercer a função de tratar de seus pacientes da maneira correta, o profissional de comunicação também estudou. Aprendeu conceitos técnicos, praticou estes conceitos e desenvolveu as habilidades certas para proporcionar aos seus clientes os melhores resultados.

Mas o que esse “cara” da comunicação não poderia imaginar, já que isso é pouco dito durante a graduação, é que os clientes aparentemente também se formaram em comunicação e sabem todos os conceitos praticados, cabendo a este pobre profissional a tarefa de executá-los.

Este caso de confusão é agravado quando o cliente não tem, digamos, a nobreza de tratar com educação os profissionais de comunicação. Poxa vida, é tão difícil deixar o trabalho para quem sabe o que está fazendo? Quando estamos do outro lado da coisa, a frase “o cliente tem sempre razão” não faz muito sentido. A melhor coisa é encontrar um equilíbrio e mostrar, através de argumentos e exemplos reais, porque determinada cor ou tipografia é melhor.

Vamos deixar a criação com os criativos.

 

Uma equipe do barulho

Para ser um bom profissional é preciso ter um diferencial gritante, por isso na Pontode todo mundo grita e faz barulho. Não é fácil manter uma comunicação 360°, é preciso ter um grupo afiado e integrado. Antes de tudo temos de respeitar as diferenças de cada um, só assim é possível encontrar a harmonia necessária para fazer bons trabalhos. Conheça as caras que fazem da Pontode uma agência de gente de verdade.

Video da equipe Pontode

Logomia

 

Este é o espaço onde a Pontode vai disponibilizar suas criações de identidade visual. Estes abaixo são alguns logos desenvolvidos recentemente para nossos clientes. Todos possuem uma característica simples e de imagem limpa.

 

Quem desenvolve identidades também precisa de uma marca forte e clara.

 

Grupo Educacional e de Assessoria.

 

Empresa de acabamento e decoração em gesso.

 

 

Loja e Delivery de roupas infantis.

 

Empresa de Assessoria em diversas áreas.

 

A Força está no plural.

logo sistema

Quer conhecer uma empresa de verdade? Então conheça os funcionários dela. Se eles forem felizes em seus trabalhos pode ter certeza de que a empresa é capaz e competente em suas funções. A força de qualquer organização está em seu capital humano, dentro de uma agência de Comunicação não poderia ser diferente. É muito mais fácil conseguir chegar aos resultados que se almeja caminhando juntos. Por isso o plural é muito mais forte do que o singular. Quando juntamos qualidades de diferentes pessoas, é como se conseguíssemos extrair de cada um apenas o melhor, deixando os defeitos em um plano que não interfira. Dessa forma, se alguém em uma equipe possui um problema de trabalho, outra pessoa pode ter esse déficit como qualidade, suprindo assim a necessidade do todo. Fora isso, há sempre a objetividade certeira da frase “várias cabeças pensam melhor do que uma”, o que é confirmado como verdade nas reuniões de ideias, para os íntimos, brainstorm. Na Pontode temos essa filosofia de buscar sempre a integração entre as qualidades de cada um, criando uma espécie de ser único, extremamente comunicativo, ágil, esperto e desafiador. Nosso forte é nossa equipe.

Tente fazer uma campanha de comunicação sem a ajuda de ninguém. Impossível.





Vamos falar de coisa boa.

Quem nunca ouviu este bordão nos programas de TV? Logo após ele ser dito, a apresentadora vai para uma bancada ao lado no estúdio e com o auxílio de uma pessoa excessivamente simpática, apresenta um produto. Este produto, na maioria das vezes sem muita utilidade e de fabricantes desconhecidos, é apresentado de maneira extremamente animada, como se você não pudesse viver sem aquilo. Essa “festa” toda tem o nome de Merchandising, para os íntimos, Merchan. É uma técnica de propaganda bem antiga e utilizada até hoje em quase todos os programas de TV. Em alguns os produtos são conhecidos, mas na maioria sempre ficamos com a sensação de desconfiança com relação à procedência de certos cogumelos. Mesmo que você não acredite nisso, este tipo de abordagem funciona e por isso é tão utilizada ainda hoje. Preste atenção nas próximas vezes que estiver vendo um programa de TV, você pode descobrir que falar de coisa boa pode ser um grande negócio.

 

2012: inovação e renovação

Inovar é preciso, renovar é necessário. O ano está terminando, e este é o momento de refletir todas as coisas que aconteceram em 2011. Mas, além disso, é o momento de planejar o que vai acontecer no próximo ano. Faça de 2012 um ano de inovação, onde as atitudes sejam diferentes, melhores e mais objetivas. Para garantir essa inovação, não se esqueça de renovar os sentimentos, os valores e as relações com as pessoas que são importantes para você. O ano novo traz tudo novo, pense nisso e faça um 2012 inovador.

É tempo de planejar…

- Defina seus objetivos para o próximo ano

- Coloque metas para estes objetivos

- Defina datas, valores e tempo para cada um

 

Com tudo organizado, fica muito mais fácil ser feliz.

 

VIVA 2012.

 

PLANETA TERRA-2011

PLANETA TERRA – 2011                   
(QUEM ESTÁ COMIGO?) (por Sheila Mara Couto de Moura)
 
 
            Nesse mês de outubro a população mundial alcançará a fabulosa marca de sete bilhões de pessoas. A mídia de maneira geral tem divulgado esse evento. Fico com a impressão, no entanto, que as pessoas não dão muita importância a esse fato. Talvez seja porquê, na correria pela sobrevivência, não parem prá pensar que é preciso parar prá pensar no significado dessa notícia.No que ela representa. Vamos pensar em primeiro lugar sobre o que representa a expressão sete bilhões. Talvez não chegue a um bilhão o número de pessoas que consigam ter idéia do que a expressão sete bilhões signifique. Se pudéssemos dividir a população mundial em grupos de mil precisaríamos de mil grupos de mil para formar um milhão e mil grupos de um milhão para formar um bilhão. Aí, multiplicando por sete…, ou seja, uma loucura. É gente demais!
               Precisamos entender essa realidade para entendermos o reflexo dela sobre o conjunto dos habitantes do planeta Terra. A maior preocupação dos  governantes,então, é garantir que o mundo tenha comida para tanta gente. Desde que o mundo é mundo, entretanto, essa meta ainda não foi atingida. É muita gente passando fome. Pior, é muita gente morrendo ( literalmente) de fome.Esse é apenas um dos aspectos que geram preocupação mas , certamente podemos colocá-lo no topo dos aspectos mais relevantes para o bem da humanidade. Gente bem alimentada, tem inteligência garantida e disposição para o trabalho, fatores que desencadeiam a solução de todos os outros problemas que a humanidade possa vir a ter. Entretanto, em relação à humanidade, existe  outro  problema a ser considerado: a própria humanidade.
           Quem sou eu nesse mundo praticamente imensurável para a maioria de nós? Que diferença  faço nesse mundo? Quem me ama? Quem sabe que eu existo? Quem me vê?
           Dos sete bilhões de pessoas que dividem o mundo comigo, quem me conhece?Considerando-se que eu viva aproximadamente 80 anos, o que é uma bela projeção em termos de vida, quantas pessoas participarão do meu ciclo de vida?
          Se eu molhar a ponta do meu dedo indicador e o encostar numa porção de areia, a areia que ficar grudada em meu dedo talvez represente mais do que o número de pessoas com as quais conviverei.
          Vamos supor: 500 pessoas? 1000 pessoas? Nem sei. Precisarei ter uma presença muito marcante nessa vida para que 1000 pessoas  saibam de mim e mais ainda,lembrem de mim, lamentem minha morte.
          Pensando nisso, precisamos voltar nosso olhar para quem divide conosco, o mesmo pequeno espaço  nesse mundo: quem nos gerou, quem faz parte do nosso círculo parental ou vicinal, colegas de escola e de trabalho, pessoas que conheço no social etc.  E então, já deu mil?
          Alguns conceitos precisarão fazer parte da nossa rotina comportamental em relação a essas pessoas: Atenção, educação, solidariedade, simpatia,empatia,paciência, boa vontade, compreensão, amizade,amor e outros tantos despertados pelo melhor que temos em nós. Entretanto, o que temos observado é que de maneira geral estamos apenas invejando, desdenhando, preconceituando, roubando, explodindo, matando.Não podemos esquecer que as pessoas que giram em nosso entorno são as mesmas que levarão nosso nome e nossa presença o mais longe possível. Se pelo bem, enquanto estiverem vivas e quem sabe também seus filhos, nós também estaremos vivos, através de seus relatos agradáveis a nosso respeito, garantidos pelas boas lembranças que terão de nós.
           Será isso a tão sonhada eternidade? É bom refletir sobre isso. 

Vida e morte
 
 “Dos eventos desse mundo
O mais complexo e profundo
Sem dúvida, ninguém duvida
Que seja a dádiva divina
Da humanidade:A vida!   (que  podemos e devemos compartilhar)
O mistério que a circunda
Provoca e instiga o homem
Que se de um lado a conhece
E gosta bem de vivê-la
Seu outro lado quis a sorte
Que desconhecido ficasse
E desafiando o homem
Sentada e só esperando—
A morte!  (onde possivelmente estejamos irremediavelmente sozinhos)

Sheila Mara Couto de Moura | Psicopedagoga | Sim Assessoria  www.simassessoria.com.br